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sábado, 5 de fevereiro de 2011
Never mind that staredown
Never mind that staredown. That was just part of the show, a final push to ramp up pay-per-view sales. Who will emerge victorious tonight? Silva or Belfort? Well, even though he is older and wiser, I think we will see the old Vitor rushing towards Anderson and raining punches down on him at lightning speed. He knocks him out and sends out a huge "The Phenom is back" message. But, and there's always a but, if the champ is able to weather that initial storm, he may have the upper hand, especially if the fight goes the distance. He showed against Sonnen that he has enough in his tank to survive 5 rounds and retain his belt. Either way it's going to be a tremendous fight. As for Franklin x Griffin, I don't think Forrest stands a chance. If I were him, I'd just call in sick.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Criticar é fácil
É perfeitamente compreensível que os brasileiros que acompanham a Fórmula 1 e torçam por nossos pilotos estejam chateados com a cachorrada perpetrada ontem na Alemanha. Mas os tempos mudaram, o esporte não é mais aquele de Émerson, Piquet e Senna. A maioria está criticando o Felipe Massa injustamente, está empurrando um bêbado ladeira abaixo. Bater em quem não pode se defender é muito fácil. Nessas horas, algumas coisas passam despercebidas.
Não se pode criticar sem estar a par de tudo o que ocorre. Alguém já viu o contrato que a Ferrari firma com seus pilotos? Deve conter cláusulas estabelecendo que a equipe deva ser colocada em primeiro lugar. Imagino que, se o piloto não obedecer, corre o risco de pagar uma multa polpuda e até de perder o emprego. Deve ser fácil conseguir outro posto numa equipe de ponta da F1. Há tantas, não é? E são tão poucos pilotos. Dirigir um carro daqueles é um privilégio e o piloto se vê obrigado a aceitar muita coisa para fazê-lo.
Cria-se uma situação desconfortável, claro. O piloto quer ganhar a corrida, mas tem de respeitar o contrato que assinou, ou seja, tem que engolir esses sapos. Quem nunca teve vontade de ir lá e dizer umas poucas e boas para o chefe? Fácil, não é? Mas o teu emprego, o dinheirinho que você leva para casa no fim do mês, é mais importante. Você pensa bem, engole em seco, e baixa a crista. Isso também ocorre em casa, nos relacionamentos, amorosos ou não. Faz parte da vida. Mas sempre aparecem os inconsequentes para criticar a falta de coragem. É o que estamos vendo.
O grande problema é que nós torcedores nos iludimos achando que as corridas são decididas tão somente no braço de cada piloto. Há dinheiro e interesses demais envolvidos. As críticas deveriam ser dirigidas à Ferrari e a quem organiza o esporte, que permite essas cachorradas e não faz as regras serem cumpridas. Se não é para ter jogo de equipe, que não haja. A solução para a vergonha de ontem deveria ter sido a pronta desclassificação da Ferrari, o que puniria indevidamente o Massa, mas antes assim. Que se dê o exemplo para que não ocorra de novo. Mas não vai ser o caso. O todo-poderoso da FIA é o francês Jean Todt, ex-dirigente da Ferrari. Vai acabar em pizza... à italiana.
Não se pode criticar sem estar a par de tudo o que ocorre. Alguém já viu o contrato que a Ferrari firma com seus pilotos? Deve conter cláusulas estabelecendo que a equipe deva ser colocada em primeiro lugar. Imagino que, se o piloto não obedecer, corre o risco de pagar uma multa polpuda e até de perder o emprego. Deve ser fácil conseguir outro posto numa equipe de ponta da F1. Há tantas, não é? E são tão poucos pilotos. Dirigir um carro daqueles é um privilégio e o piloto se vê obrigado a aceitar muita coisa para fazê-lo.
Cria-se uma situação desconfortável, claro. O piloto quer ganhar a corrida, mas tem de respeitar o contrato que assinou, ou seja, tem que engolir esses sapos. Quem nunca teve vontade de ir lá e dizer umas poucas e boas para o chefe? Fácil, não é? Mas o teu emprego, o dinheirinho que você leva para casa no fim do mês, é mais importante. Você pensa bem, engole em seco, e baixa a crista. Isso também ocorre em casa, nos relacionamentos, amorosos ou não. Faz parte da vida. Mas sempre aparecem os inconsequentes para criticar a falta de coragem. É o que estamos vendo.
O grande problema é que nós torcedores nos iludimos achando que as corridas são decididas tão somente no braço de cada piloto. Há dinheiro e interesses demais envolvidos. As críticas deveriam ser dirigidas à Ferrari e a quem organiza o esporte, que permite essas cachorradas e não faz as regras serem cumpridas. Se não é para ter jogo de equipe, que não haja. A solução para a vergonha de ontem deveria ter sido a pronta desclassificação da Ferrari, o que puniria indevidamente o Massa, mas antes assim. Que se dê o exemplo para que não ocorra de novo. Mas não vai ser o caso. O todo-poderoso da FIA é o francês Jean Todt, ex-dirigente da Ferrari. Vai acabar em pizza... à italiana.
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